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08 Pecado, Arrependimento, Confissão e Perdão Pessoal

 Ed 9.1 – 10.17

             INTROUDUÇÃO

            Há duas semanas estamos falando sobre Restauração. Na primeira semana falamos sobre a Restauração da Espiritualidade, pois não há restauração sem a relação (espiritualidade sadia) com Deus. A segunda mensagem foi sobre a Restauração da Missão, pois sem a missão a Igreja perde seu sentido e não há caminho para a restauração. Hoje trataremos de um tema mais delicado: o PECADO, ARREPENDIMENTO, CONFISSÃO E PERDÃO PESSOAL.

            Todo avivamento (ou reavivamento) na história passou, necessariamente, pelo arrependimento, confissão e perdão. Assim foi na época dos profetas de Deus, em Atos dos Apóstolos (At 2.37-38) e nos Grandes Avivamentos nos séculos XVII e XVIII. Assim como nos avivamentos, a restauração quer pessoal, familiar ou comunitária, passa, necessariamente, pelo arrependimento, confissão e perdão. É isso que buscaremos hoje.

 

            DESENVOLVIMENTO

            Esdras e sua comitiva preparam-se, buscam levitas para servir no Templo e jejuam pedindo ao SENHOR uma jornada feliz até Jerusalém. Eles recebem toda a doação real e as entrega aos sacerdotes que deveriam levá-las em segurança até Jerusalém e pesá-la quando chegassem ao Templo. Assim eles o fazem. Quando a comitiva chega na cidade de Jerusalém, há muitas ofertas ao SENHOR e os governadores dos outros povos, de acordo com o decreto real (cf. Ed 6.1-12), ajudam na restauração do Templo.

            Quatro meses depois,[1] Esdras é informado do pecado do povo que voltou do exílio: eles se misturaram como os povos da terra através de casamentos mistos, desobedecendo ao mandamento do SENHOR.

O PROBLEMA (Ed 9.1-3): A influência que leva a idolatria.

O problema é o casamento misto, em outras palavras, a mistura de raças que contaminava o povo de Deus. Isso começou com Salomão (cf. 1Rs 11.1-13) e também aconteceu com Jeroboão (cf. 1Rs 12.25-33) que desobedeceu o SENHOR (1Rs 11.26-40). Essa prática fora proibida pelo SENHOR:

Acautelai-vos para não fazer acordo com aqueles que já vivem na terra; pois quando eles se prostituírem, seguindo os seus deuses e lhes oferecerem sacrifícios, convidarão você e poderão levá-lo a comer dos seus sacrifícios e a escolher para seus filhos mulheres dentre as filhas deles. Quando elas se prostituírem, seguindo os seus deuses, poderão levar os seus filhos a se prostituírem também. (Êx 34.15-16).  

 

Quando o SENHOR, o seu Deus, os fizer entrar na terra, para a qual vocês estão indo para dela tomarem posse, ele expulsará de diante de vocês muitas nações: os hititas, os girgaseus, os amorreus, os cananeus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus. São sete nações maiores e mais fortes do que vocês; e quando o SENHOR, o seu Deus, as tiver dado a vocês, e vocês as tiverem derrotado, então vocês as destruirão totalmente. Não façam com elas tratado algum, e não tenham piedade delas. Não se casem com pessoas de lá. Não deem suas filhas aos filhos delas, nem tomem as filhas delas para os seus filhos, pois elas desviariam seus filhos de seguir-me para servir a outros deuses e, por causa disso, a ira do SENHOR se acenderia contra vocês e rapidamente os destruiria. Assim vocês tratarão essas nações: derrubem os seus altares, quebrem as suas colunas sagradas, cortem os seus postes sagrados e queimem os seus ídolos. Pois vocês são um povo santo para o SENHOR, o seu Deus. O SENHOR, o seu Deus, os escolheu dentre todos os povos da face da terra para ser o seu povo, o seu tesouro pessoal. (Dt 7.1-6).

  

A mistura com outros povos influenciou o povo de Deus e resultou na idolatria e no afastamento de Deus. O resultado final foi o juízo de Deus, ou seja, os cativeiros. Agora, com o retorno do povo, este pecado volta a aparecer. Este é um sério problema. A história narra que em Elefantina, no Egito, na mesma época de Esdras e Neemias, uma comunidade judaica que aceitou tal prática foi paulatinamente absorvida pelo paganismo/idolatria e desapareceu.[2] O problema não é o casamento em si, mas a influência que os outros povos teriam sobre o povo de Deus. Os estrangeiros deveriam ser bem recebidos pelos judeus (“Amem os estrangeiros, pois vocês foram estrangeiros no Egito” Dt 10.19). A diferença é que neste caso os estrangeiros vinham para o meio do povo e convertiam-se a fé de Israel no SENHOR. O proibido é o contrário: é a influência e a conversão de Israel aos deuses das outras nações. A idolatria! Esse é o problema. A idolatria gera duas situações: o afastamento do SENHOR e a injustiça social. Isso aconteceu com o reino do norte, Israel e agora pode acontecer com o reino do sul, Judá.  

Nos primeiros três séculos da Era Cristã, a igreja enfrentou a hostilidade dos judeus, o preconceito dos gentios e a força do maior império humano que existiu sobre a face da terra, o Império Romano. E ela venceu. Venceu a hostilidade dos judeus, o preconceito dos gentios e a grande força do Império Romano. O Evangelho de Jesus Cristo alcançou a Europa e entrou no coração do Império, a cidade de Roma. Porém, algo muito ruim aconteceu. No início do século IV d.C., mais precisamente em 313 d.C., o edito de Milão, editado por Licínio e Constantino, fez com que o cristianismo, mais do que tolerado, fosse aceito como uma das religiões oficiais do Império. Em 323 Constantino alcançou o posto máximo no Império e aproveitou que a Igreja Cristã era a instituição mais numerosa da época para uma manobra política: instituir o cristianismo como religião oficial do Império Romano. Assim, alguns benefícios surgiram: as perseguições acabaram, a crucificação foi abolida, os templos foram restaurados e novos foram construídos, o infanticídio foi reprimido e as lutas entre gladiadores foram proibidas. Isso também fez com que muitos entrassem para a Igreja sem a real conversão. Os cultos deixaram de ser simples e espiritual e transformaram-se em cultos com muita pompa e institucionalizados, pois ganharam práticas do culto ao imperador, tais como o incenso e a estola sacerdotal, por exemplo. Em 363 todos os governadores romanos aderiram ao cristianismo e este se tornou definitivamente a religião oficial do Império Romano.[3] A relação com o Estado (i.e. o Império Romano) influenciou a Igreja e a levou a idolatria e a injustiça social. A Igreja foi influenciada.  

A relação com o “mundo” nunca foi problema para Jesus (cf. Jo 17.18). Somos enviados ao “mundo” para influenciá-lo através do Evangelho assim como Jesus. Porém, nem sempre foi assim. Pedro Arana[4] escreveu o seguinte: “Jesus, em sua tarefa, envolveu-se com os pecadores, não com seu pecado. A igreja, em sua história, muitas vezes participou dos pecados dos pecadores (orgulho, egoísmo, cobiça), afastando-se, porém, dos pecadores”.[5] Esse é o nosso problema! Envolvemos-nos com os pecados e não com os pecadores. Pense na quantidade de pessoas que já saíram daqui magoadas e machucadas. Pense em quantas pessoas foram feridas aqui por “línguas venenosas”. Quanta murmuração já não foi ouvida aqui. Quanto orgulho, quanto egoísmo, quanta falta de amor e de disposição para o serviço. Na empresa que você trabalha pode ser assim, nos ambientes de você frequenta pode ser assim, você pode ser assim, mas a igreja de Jesus Cristo não pode ser assim. Isso é pecado! É influencia pagã que gera idolatria e injustiça. Pecado! Porque todo comportamento contrário a Palavra e a vontade de Deus tem por trás um ídolo.      

A GRAÇA

  1. 1.O Sacrifício da Tarde (9.4-5): A Cruz!

O povo pecou e isso levou Esdras e mais algumas pessoas ao “abatimento” (NVI) ou “humilhação” (ARA). As duas palavras fazem referência a um tipo de jejum. Esse “abatimento” foi até o sacrifício da tarde. Esse sacrifício era às três horas da tarde (15h), o mesmo horário da oração como já mencionei há dois domingos (cf. At 3.1 e 10.30). Porém, outro evento, uma única vez, aconteceu neste horário também em Jerusalém: “E houve trevas sobre toda a terra, do meio-dia às três horas da tarde. Por volta das três horas da tarde, Jesus bradou em alta voz [...] Jesus, com um alto brado, expirou.” (Mc 15.33a e 37). Às três horas da tarde Jesus morreu na cruz. A cruz é o local onde Deus, em Jesus, destruiu tudo aquilo que nos afasta Dele e nos perdoa. Paulo escreve sobre isso à igreja em Colossos: “Pois foi do agrado de Deus que nele habitasse toda a plenitude, e por meio dele reconciliasse consigo todas as coisas, tanto as que estão na terra quanto as que estão nos céus, estabelecendo a paz pelo seu sangue derramado na cruz”. (Cl 1.19-20). O sangue de Jesus que foi derramado na cruz nos reconcilia com Deus. Toda a influência, idolatria e injustiça são destruídas e nossa relação com o único Deus é restaurada na cruz. Na mesma carta, o apóstolo escreve: “Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões, e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz.” (Cl 2.13-15). Nós estávamos mortos pelo pecado (influência, idolatria e injustiça), mas Deus nos deu nova vida com Jesus, nos perdoando e cancelando nossa dívida. Ele as tirou de nós e as pregou na cruz, derrotando assim todo o reino das trevas. A vitória de Deus, que é a nossa vitória, foi na cruz! A cruz é local de perdão, de nova vida, de esperança, de reconciliação, de restauração. A restauração passa necessariamente pela cruz de Jesus, pois é nela que encontramos o perdão.

Você sabe como um surdo faz referência a Jesus? Colocando o dedo médio no meio da outra mão, fazendo referência a crucificação de Jesus, pois eles sabem onde encontrar perdão e restauração: na cruz de Jesus. Eles sabem que encontrarão Jesus ainda com as marcas da crucificação (cf. Ap 5.6).

No século XVIII, na Nova Inglaterra (EUA), a igreja havia perdido seu rumo e viva indiferente e cheia de “pecados”. Os pais que desbravaram a Nova Inglaterra viveram com ardor e coragem, mas agora seus filhos estavam perdidos e confusos. O juízo de Deus era eminente. Deus então levantou Jonathan Edwards, homem piedoso. Num culto, as pessoas entravam de modo leviano e sem nenhum interesse real, e ele foi escolhido para pregar. Então ele se levantou e pregou seu mais sermão famoso: “Pecadores nas mãos de um Deus irado”. Encostado num braço e com o sermão escrito na outra mão, com as folhas bem rentes ao rosto, pois tinha problemas de visão, Edwards começou a pregar em voz monótona. Ele pregou em Dt 32.35. Explicou o texto e passou a aplicar o texto na vida das pessoas. A partir daí foram gemidos e gritos de homens que passaram a ter consciência de seu estado de pecado. Quase todos ficaram de pé ou caíram ao chão. Homens e mulheres se agarravam as colunas do salão de culto, temendo o juízo de Deus. Esse foi o início de um reavivamento que durou três anos e resultou na salvação de aproximadamente 50.000 pessoas.[6]

Não penso em reavivamento, mas em restauração e essa restauração passa necessariamente pelo arrependimento, confissão e perdão dos nossos pecados.          

RESPOSTA HUMANA

  1. 1.A oração de Esdras (reconhecimento)
  2. i.Humilhação (v. 6)
  3. ii.Reconhecimentos dos pecados (“nossos pecados”): vs. 6-7
  4. iii.Reconhecimento da bondade de Deus na história do povo: vs. 8-9
  5. iv.Reconhecimento de abandono dos Mandamentos (“Deixamos os teus mandamentos”): vs. 10-12
  6. v.Reconhecimento da justiça de Deus: v. 15

Esperança (10.1-4)

Após “os reconhecimentos”, surge a esperança (“[...] ainda há esperança para Israel” Ed 10.2). A esperança conduz o povo a um acordo com Deus. A esperança surge quando o povo reconhece o pecado e muda de atitude. O conselho à Esdras que pode ser aplicado a todo o povo é: “Tenha coragem e mãos à obra” (10.4b).

Precisamos reconhecer nossos erros, pois só assim teremos a esperança da restauração.

  1. 2.Confissão e transformação (10.11)
  2. i.Confessar a pecado
  3. ii.Fazer a vontade de Deus
  4. iii.Separar-se dos povos vizinhos (da influência)

 

Oposição (10.15)

Sempre haverá oposição, pois nem todos aceitam tal situação. Nem todos conseguem reconhecer os pecados, abandonar tais pecados e buscar o perdão em Deus. Você é um desses? Sempre haverá gente assim, mas o processo de arrependimento, confissão e perdão não para por causa deles. De que lado você está?

 

CONCLUSÃO

A lista começa com os sacerdotes (10.18), pois eles eram os responsáveis em manter a pureza do povo.[7] De aproximadamente 30.000 pessoas que habitavam a cidade, apenas 111 tinham praticado o casamento misto. Isso mostra que o pecado de uns poucos contamina toda a comunidade.[8]

Por isso precisamos reconhecer nosso pecador/erros, abandonar esses pecados e buscar perdão na cruz de Jesus. Assim, influenciaremos as pessoas e não seremos influenciados, em outras palavras, anunciaremos o Evangelho de Jesus Cristo.   



[1] Bíblia de Estudo NVI. Kenneth Barker (org, geral). São Paulo: Vida, 2003, p. 759, n. 9.1.

[2] Bíblia de Estudo NVI. Kenneth Barker (org, geral). São Paulo: Vida, 2003, p. 759, n. 9.1.

[3] www.palavraqueliberta.com.br/eclesiologia/a-paganizacao-da-igreja-sob-constantino. Acessado em 13/01/10 às 10h36.

[4] Ex-secretário geral da Sociedade Bíblica Peruana.

[5] Ricardo Agreste da Silva. Apostila Missiologia (não publicada).

[6] BOYER, Orlando. Heróis da Fé. Vinte homens extraordinários que incendiaram o mundo. 36ª Ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, pp. 42-45.

[7] Bíblia de Estudo Almeida. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999, p. 520, n. l.

[8] Bíblia de Estudo Almeida. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999, p. 520, n. o

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