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02 Maturidade - 1Cor 3.1-22

INTRODUÇÃO

            Vídeo: “A Igreja precisa de homens”.  

DESENVOLVIMENTO

            Em Corinto havia vários templos de deuses pagãos: templo de Apolo, Afrodite, Poseidon, Elêusis, Asclépio entre outros. Porém, como característica do paganismo, os corintos, embora vivessem em uma cidade influentemente espiritualista, não eram espirituais.

 

 

            Problema: Falta de maturidade (i.e. espiritualidade) – vs 1-4[1]

            Na perícope[2] anterior (2.6-16), Paulo ensina que o Espírito Santo revela a verdadeira sabedoria de Deus aos cristãos (Cristo crucificado 1.18-25; a escolha do povo de Deus 1.26-31; e a pregação 2.1-5). Os coríntios têm o Espírito, mas continuam agindo como se não tivessem, visto que há problemas de divisão na igreja local (“ciúmes” e “contendas” [1Cor 3.3] aparecem em Gl 5.20. As divisões são relatadas como obras da carne.). Eles são “irmãos” (3.1), mas a partir de agora, Paulo passa a ensinar que os cristãos de Corinto devem deixar de agir como pessoas que não têm o Espírito de Deus.

            Por agirem assim, o apóstolo os chama de carnais (sarki,noij - sarkinois) que é o oposto de espirituais (pneumatikoi/j - pneumatikois). São pessoas que se entregam aos desejos da carne; agem como animais; depravados. Esses desejos são contrários ao Espírito Santo. Paulo também os chama de “crianças em Cristo”. Nesse caso esse não é um elogio tomando como base o ensino de Jesus em Mateus 18.1-3:

Naquele momento os discípulos chegaram a Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no Reino dos céus?” Chamando uma criança, colocou-a no meio deles,e disse: “Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus. Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no Reino dos céus.

 

            As palavras são diferentes. Em Mateus a palavra usada é paidi,a (paidion), isto é, criança, literalmente. Em 1Coríntios Paulo usa a palavra nhpi,oij (nepios) que é uma metáfora para infantil, imaturo e inexperiente. Por isso, Paulo deu “leite” aos cristãos de Corinto, ou seja, os rudimentos e o ensino mais simples da fé cristã, ao invés de dar-lhes “alimento sólido”, isto é, verdades mais profundas e complexas, o ensino mais completo da fé cristã.[3] A mesma palavra para crianças e a mesma metáfora do alimento é usada com os Hebreus (5.11-14), pois esses também não haviam crescido no Evangelho:

Quanto a isso, temos muito que dizer, coisas difíceis de explicar, porque vocês se tornaram lentos para aprender.  Embora a esta altura já devessem ser mestres, vocês precisam de alguém que lhes ensine novamente os princípios elementares da palavra de Deus. Estão precisando de leite, e não de alimento sólido!Quem se alimenta de leite ainda é criança, e não tem experiência no ensino da justiça.Mas o alimento sólido é para os adultos, os quais, pelo exercício constante, tornaram-se aptos para discernir tanto o bem quanto o mal.   

 

            O problema não é o ser criança quando novo na fé (cf. 1Pe 2.2). O problema é não avançar, não crescer no Evangelho, estagnar, continuar como criança na fé.[4] Nessa situação há um sério problema, pois assim como uma pessoa nasce como um bebê e depois cresce, o cristão nasce na fé e deve crescer. Se esse crescimento não acontece, há algo de errado. E isso estava acontecendo com os cristãos de Corinto. Por isso, Paulo ainda afirma que no momento não pode, ainda, dar “alimento sólido”, pois os cristãos de Corinto não suportam tal ensino, pois ainda são “carnais”. Essa situação é evidenciada pelo fato de haver entre eles “ciúmes” (inveja – NVI) e “contendas” (divisão – NVI). Essas características confirmam que eles são “carnais” e “andam (i.e. vivem) segundo o homem”, ou seja, são “mundanos” (NVI). Agem como pessoas deste mundo e não como povo de Deus. Paulo finaliza esse argumento afirmando que quando os coríntios dizem “eu sou de Paulo” e “eu sou de Apolo”, atestam que vivem como homens carnais, como mundanos. Os coríntios eram imaturos.

            Esse é o problema por trás do problema da divisão na igreja de Corinto: a imaturidade, ou nas palavras de Paulo também, falta de espiritualidade. As divisões surgiram porque eles são imaturos, isto é, carnais. Ser carnal/imaturo é agir de acordo com os impulsos humanos, vontade própria, desobedecendo assim ao Senhor. Os cristãos de Corinto tinham dons espirituais (cf. 1.7), mas não eram espirituais[5] (cf. 3.1). Isso é comprovado pelo viver diário e comunitário. Isso deixa claro que para Paulo, ser espiritual se define na conduta e não nos dons.

Esse é a grande problema na igreja atual também. Cristãos requerem para si a posição de espirituais, mas não provam sua espiritualidade, sua maturidade no viver diário. Um exemplo é a ex-BBB Janaina, que saiu da mansão e mesmo se dizendo evangélica, afirmou que quer fazer um “ensaio nu selvagem” e desfilar na escola de samba X-9 Paulistana.[6]

Esse crescimento (maturidade) exige alimentação e esforço, como diz o escritor de Hebreus: “Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal” (Hb 5.14). É por isso que disse Barret: “O simples passar do tempo não amadurece o cristão”.[7]

A Bíblia diz que o grande objetivo de Deus é tornar todo ser humano perfeito em Cristo (te,leion - teleios), isto é, maduro. O ensino da igreja deve ter esse objetivo. Efésios 4.13 (“[...] até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo.”) e Colossenses 1.28 (“Nós o proclamamos [i.e. Cristo], advertindo e ensinando a cada um com toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo.”) dão base a isso. Mas essa não é a realidade de Corinto, não é a realidade da igreja atual e não é nossa realidade. Então, como Paulo, um apóstolo de Jesus Cristo, inspirado pelo Santo Espírito, responde e ensina a igreja de Corinto e nós, hoje, acerca da maturidade?  

Desenvolvimento: Como amadurecer em Cristo?

Paulo, respondendo e ensinando os cristãos de Corinto, argumenta acerca de três consciências que eles devem ter e que gerará a maturidade e são elas:

  1. 1.OS LÍDERES SÃO SERVOS (vs. 5-9)

Paulo ensina que ele e seus companheiros (em especial Apolo), são servos e não senhores, como entendiam os coríntios. Por isso as perguntas de Paulo são desdenhosas.[8] No original lê-se: “Que é Apolo?” e “Que é Paulo?”. Ele mesmo responde: “São servos (i.e. diaconos- dia,konoi) por meio de quem crestes [...]”. Paulo ensina duas lições acerca disso: Em primeiro lugar, tanto Paulo quanto Apolo estão unidos na mesma causa. Ambas as funções são importantes: plantar e regar[9] e uma não tem sentido sem a outra. De nada adianta plantar, se ninguém regar o solo. Da mesma forma é inútil regar o solo se não foi plantada nenhuma semente. Esses servos “são um”, isto é, são iguais (v. 8), e por isso são “cooperadores de Deus” (v. 9), pois o crescimento vem de Deus (v. 7). Em segundo lugar ensina que todos pertencem a Deus – a igreja, os servos e o crescimento (vs. 6-9).[10] Esses argumentos são importantes, pois as divisões aconteciam com base nos líderes, mas esses, de acordo com o argumento de Paulo, são servos e por isso não podem servir de base para divisão alguma. Ao mesmo tempo, todos, inclusive os líderes, pertencem a Deus. Assim, não há base para divisões na igreja.

Embora Paulo argumente dessa maneira, fica claro que o papel do líder não é, de modo algum, irrelevante, pois foi através deles que os coríntios vieram a crer (v. 5).[11]

A liderança é o maior motivo de divisões na igreja. Frequentemente ouvimos notícias de novos “rachas” em igrejas e denominações. Líderes que entendem serem donos da igreja ou da denominação seguem seus interesses pessoais e “arrastam” multidões. Pensem nos tele-pastores ou naqueles que são donos de denominações. Cada um defende o seu interesse. A liderança é a maior causadora de divisões na igreja. O “racha” que essa igreja sofreu há alguns anos foi através de uma parte da liderança. Foi ou não foi?

Irmãos a liderança não pode servir de base para divisões na igreja, mas deve servir a igreja. Nós, líderes, devemos servir a igreja, entendendo que a comunidade é de Cristo. Eu, os presbíteros e diáconos, toda a liderança dessa comunidade, deve servir, pois é isso o que somos: servos. Isso é inegociável, pois nosso grande Líder, Senhor e Deus de nossas vidas é o maior Servo: Lc 22.24-27 e Jo 13.1-15.  

Paulo finaliza esse argumento confirmando que a igreja de Corinto é “lavoura de Deus” (assunto tratado) e “edifício de Deus” (assunto que será tratado a partir de agora).  

  1. 2.A IGREJA É O SANTUÁRIO DE DEUS (vs. 10-17)

Usando outra metáfora, Paulo afirma que a igreja é o “santuário de Deus” e por isso habitação do Espírito Santo (v. 16). Assim Paulo contrasta todos os templos que havia em Corinto (Afrodite, Apolo, Poseidon, Elêusis, Asclépio entre outros. Ao total eram 12 templos pagãos) com o Santuário de Deus, que é a igreja.[12] Paulo escreve que o fundamento da igreja é Jesus Cristo (cf. Ef 2.20) e foi esse Fundamento que ele lançou em Corinto. A igreja não pode ter outro fundamento. Homens não podem ser a base, o sustento, o fundamento da igreja. Apenas Jesus Cristo é o Fundamento da igreja. Esse é um dos grandes erros da teologia católico-romana: entender que um homem comum, o Papa, é o fundamento da igreja. Desta maneira Paulo confronta novamente as divisões da igreja de Corinto, pois nenhum homem (Paulo, Apolo ou Pedro) pode fundamentar um grupo cristão.[13] Agora o desafio desses cristãos é de construir sobre esse Fundamento. O Fundamento já está posto, mas a construção deste Santuário depende dos construtores. Paulo diz que o Santuário pode ser construído com “ouro, prata ou pedras preciosas”, isto é, com a sabedoria de Deus, o Cristo crucificado, que gera a unidade da igreja, ou construído com “madeira, feno ou palha”, material frágil, combustíveis, isto é, a sabedoria humana. A aparência do edifício é facilmente camuflada,[14] mas o “fogo”, ou seja, as provações comprovarão como foi construído o Santuário em Corinto.  

A igreja[15] é o “Santuário de Deus” e é a habitação do Espírito de Deus. Paulo, como judeu, se refere a parte mais importante do antigo Templo de Jerusalém, conhecido como Santo dos Santos ou lugar santíssimo. Êxodo 26.31-33 fala acerca desse lugar:

Faça um véu de linho fino trançado e de fios de tecidos azul, roxo e vermelho, e mande bordar nele querubins. Pendure-o com ganchos de ouro em quatro colunas de madeira de acácia revestidas de ouro e fincadas em quatro bases de prata.Pendure o véu pelos colchetes e coloque atrás do véu a arca da aliança. O véu separará o Lugar Santo do Lugar Santíssimo. (NVI)

     O escritor de Hebreus (9.1-5) detalha ainda mais ao escrever sobre o Santuário:

Ora, a primeira aliança tinha regras para a adoração e também um tabernáculo terreno. Foi levantado um tabernáculo; na parte da frente, chamada Lugar Santo, estavam o candelabro, a mesa e os pães da Presença. Por trás do segundo véu havia a parte chamada Santo dos Santos,onde se encontravam o altar de ouro para o incenso e a arca da aliança, totalmente revestida de ouro. Nessa arca estavam o vaso de ouro contendo o maná, a vara de Arão que floresceu e as tábuas da aliança.Acima da arca estavam os querubins da Glória, que com sua sombra cobriam a tampa da arca. A respeito dessas coisas não cabe agora falar detalhadamente. (NVI)

Santuário” era a parte que só o sumo sacerdote entrava uma vez por ano para oferecer o sacrifício por ele e pelo povo. Era o local marcado como nenhum outro pela presença real de Deus. Esse é o “Santuário” que Paulo diz ser a igreja. A igreja é onde Deus está!

O apóstolo Pedro usa a mesma raiz da palavra que Paulo usa em 1Cor 3.9 (oivkodomh,-oikodome) para se referir a igreja como edifício de Deus. Em seguida ele usa uma metáfora um pouco diferente com relação a Jesus (Pedra Angular), mas diz que os cristãos são “pedras vivas” (1Pe 2.5 – NVI), e assim “casa espiritual” para serem “sacerdócio santo e oferecerem sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo” (1Pe 2.5 – NVI). Os cristãos, a igreja, é a habitação de Deus.  

E esse “Santuário” não pode ser destruído (v. 17), pois aqueles que assim agirem serão “destruídos” por Deus. Destruir o “Santuário” nesse contexto é promover a divisão na comunidade. Ninguém deve fazer isso, pois Deus responderá com juízo.[16]    

Vídeo: O que é Igreja?

  1. 3.A IGREJA É DE CRISTO (VS. 18-23)

            Paulo retoma o ensino acerca da sabedoria humana (i.e. “deste mundo”) e da sabedoria de Deus. O apóstolo argumenta que se alguém se acha sábio de acordo com os padrões deste mundo, deve tornar-se “estulto” (mwro.j-moros), isto é, louco (NVI), para realmente ser sábio. Isso porque a “sabedoria deste mundo” é “loucura diante de Deus”. Para sustentar tal argumento Paulo usa dois textos que tratam do agir de Deus com os sábios deste mundo. O primeiro é Jó 5.13: “Ele apanha os sábios na própria astúcia deles”. Neste trecho do livro de Jó, Elifaz, amigo de Jó, fala acerca da atitude dele se ele estive no lugar do amigo. Em meio a essa fala ele descreve como Deus age, em especial, no texto citado por Paulo, como age com os sábios. O modo de Deus agir é diferente do modo dos homens agirem. Por isso, a sabedoria do mundo é loucura a Deus e, consequentemente, a sabedoria de Deus é loucura aos homens. Paulo cita mais um texto da Escritura: “O SENHOR conhece os pensamentos dos sábios, que são pensamentos vãos.” “Pensamentos vãos” são pensamentos sem força, sem propósito, inúteis. Esse texto é citação do Salmo 94.11. É um trecho em que o salmista questiona o homem mal acerca da justiça de Deus e afirma que Deus conhece os pensamentos dos homens e sabe que são pensamentos inúteis, ou seja, loucura para Deus. Todo esse argumento é usado para combater as divisões na comunidade cristã de Corinto. Apoiar e promover as divisões é basear-se na sabedoria do mundo e isso é loucura diante de Deus. Essa é a mesma posição de Tiago (3.13-18):

Quem é sábio e tem entendimento entre vocês? Que o demonstre por seu bom procedimento, mediante obras praticadas com a humildade que provém da sabedoria.Contudo, se vocês abrigam no coração inveja amarga e ambição egoísta, não se gloriem disso, nem neguem a verdade.Esse tipo de sabedoria” não vem dos céus, mas é terrena; não é espiritual, mas é demoníaca.Pois onde há inveja e ambição egoísta, aí há confusão e toda espécie de males. Mas a sabedoria que vem do alto é antes de tudo pura; depois, pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia e de bons frutos, imparcial e sincera. O fruto da justiça semeia-se em paz para os pacificadores.

Por isso, Paulo conclui que ninguém deve “gloriar-se” (a mesma palavra usada em 1.31) em homens (em Paulo, Apolo e Pedro), pois tudo é deles. Ao invés deles pertencerem a algum líder, os líderes é que pertencem a eles (cf. 3.5-8). E mais do que os líderes, o mundo, a vida, a morte, as coisas do presente e do futuro, pertencem a igreja, ou seja, a igreja, o povo de Deus, está acima de todas essas coisas, livres de todas elas, porém, abaixo de Cristo, pois pertence a Cristo e Cristo a Deus. Por isso não há base alguma para divisões na igreja.          

 

CONCLUSÃO

            Concluo citando um trecho da pregação do pastor Dave Gibbons na “Conferência Radical”, que aconteceu nos EUA. Ele disse acerca da unidade da igreja: “A razão pela qual o mundo nos olha e diz: ‘farsantes’ é porque pregamos ‘irmãos e irmãs’, ‘família’ e ‘coisas de unidade’ e nós realmente não vivemos isso”.[17]



[1] Brakemeier apoia essa divisão. In: BRAKEMEIER, Gottfried. A Primeira Carta do Apóstolo Paulo à Comunidade de Corinto. Um comentário exegético-teológico. São Leopoldo, RS: Sinodal/EST, 2008, p. 45; Prior também defende essa divisão. In: PRIOR, David. A Mensagem de 1 Coríntios. São Paulo: ABU, 1993, p. 58.

[2] Perícope é um termo técnico usado na delimitação de um texto, “portanto, significa estabelecer os limites para cima e para baixo, ou seja, onde ele começa e onde ele termina”. In: SILVA, Cássio Murilo Dias. Metodologia de Exegese Bíblica. São Paulo: Paulinas, 2000, p. 68. 

[3] Essa figura era comum na filosofia popular da época. In: BRAKEMEIER, 2008, p. 45.

[4] BRAKEMEIER, 2008, p. 45-46.

[5] PRIOR, David. A Mensagem de 1 Coríntios. São Paulo: ABU, 1993, p. 58.

[6]   www.odiario.com/blogs/inforgospel/2011/03/03/bbb-mesmo-sendo-evangelica-janaina-deseja-fazer-ensaio-nu-bem-selvagem/

[7] Citado em: PRIOR, David. A Mensagem de 1 Coríntios. São Paulo: ABU, 1993, p. 59.

[8] PRIOR, 1993, p. 60.

[9] Paulo usa a tradição judaica exposta em textos como Is 5.1-7. In: BRAKEMEIER, 2008, p. 48.

[10] FEE, Gordon D. e STUART, Douglas. Entendes o que lês? Um guia para entender a Bíblia com o auxílio da exegese e da hermenêutica. São Paulo: Vida Nova, 1997, p. 39.

[11] PRIOR, 1993, p. 60-61.

[12] FEE e STUART, 1997, p. 40.

[13] PRIOR, 1993, p. 62.

[14] PRIOR, 1993, p. 62-63.

[15] Neste texto Paulo se refere a comunidade e não a cada cristão individualmente. In: FEE e STUART, 1997, p. 40; BRAKEMEIER, 2008, p. 54; PRIOR, 1993, p. 63-64.

[16] BRAKEMEIER, 2008, p. 54.

[17] www.odiario.com/blogs/inforgospel/2011/03/05/26350/