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05 Restauração da Santidade (Ne 13)

Neemias 13.1-31

INTRODUÇÃO

Quando morava com meus pais, minha mãe, mensalmente mudava os móveis do meu quarto de lugar. Eu nunca liguei, mas tinha que me adaptar a novidade. Isso já aconteceu com você? Você sair e quando retorna está tudo diferente? Essa é a situação de Neemias ao retornar para o seu segundo período de governo em Jerusalém.

 

DESENVOLVIMENTO

Neemias trabalhou como governador entre os anos de 445 a 433 a.C.[1] Após esse tempo retornou ao serviço do rei persa e tempos depois solicitou nova autorização de retorno a Jerusalém (cf. Ne 13.6), a fim de concluir a restauração da nação. Durante o período de ausência de Neemias, o povo voltou a algumas práticas contrárias a Palavra de Deus, que nas palavras de Kidner, “era um meio termo confortável com o mundo gentio”.[2] O segundo governo de Neemias provavelmente acabou em 407 a.C.[3] Durante o segundo governo, Neemias teve que reconduzir o povo à santidade, ou seja, restaurar a santidade da nação, e ele fez isso em três áreas:

           

  1. 1.SANTIDADE RELACIONAL (vs. 1 – 14)

O Templo de Jerusalém é negligenciado de duas maneiras. A primeira é através de um empréstimo de uma das salas do Templo a Tobias, inimigo de Neemias. O Templo, que fora reedificado por Zorobabel e Esdras (primeira restauração) foi profanado com a presença de Tobias, pois este era amonita (cf. 2.19, 19 e 4.3). Essa proibição está em Dt 23.3-5:

Nenhum amonita ou moabita ou qualquer dos seus descendentes, até a décima geração, poderá entrar na assembleia do SENHOR. Pois eles não vieram encontrar-se com vocês com pão e água no caminho, quando vocês saíram do Egito; além disso convocaram Balaão, filho de Beor, para vir de Petor, na Mesopotâmia, para pronunciar maldição contra vocês. No entanto, o SENHOR, o seu Deus, não atendeu Balaão, e transformou a maldição em benção para vocês, pois o SENHOR, o seu Deus, os ama. Não faça um tratado de amizade com eles enquanto vocês viverem.

Apesar dessa proibição, havia a relação de alguns judeus com Tobias (Ne 6.17-19):

E também, naqueles dias, os nobres de Judá estavam enviando muitas cartas a Tobias, que lhes enviava suas respostas. Porque muitos de Judá estavam comprometidos com ele por juramento, visto que era genro de Secanias, filho de Ara, e seu filho Joanã havia se casado com a filha de Mesulão, neto de Berequias. Até ousavam elogiá-lo na minha presença e iam contar-lhe o que eu dizia. E Tobias continuou a enviar-me cartas para me intimidar.

            Tobias tinha relações familiares e comerciais com judeus e era parente de Eliasibe, o sumo sacerdote.[4] O problema não era a relação em si, mas a oposição e o paganismo (adoração a outros deuses) que essa relação gerava. Os amonitas e moabitas convertidos ao Senhor eram aceitos em Judá, como aconteceu com Rute (cf. Rt 2.2). O problema é que essas relações conduzem o povo ao paganismo.

            Esse problema se materializa na concessão de uma das salas do Templo a Tobias, pelo sacerdote Eliasibe (13.5-6). A sala ocupada por Tobias era usada para guardar “as ofertas de cereal, o incenso, os utensílios do Templo, e também os dízimos do trigo, do vinho novo e do azeite prescrito para os levitas, para os cantores e para os porteiros, além das ofertas para os sacerdotes”, ou seja, era necessária para o culto.[5] O que era para Deus fora desocupado para o uso de Tobias.[6] O que era santo, fora profanado como resultado de relacionamentos condenados pelo Senhor.

            Recordando da primeira pregação dessa série, agora o templo ou como escreve Paulo, o santuário de Deus (cf. 1Cor 6.19-20) somos nós. Assim, podemos deixar a santidade de lado em alguns relacionamentos. Nossos corpos são templos do Espírito Santo, mas por causa de estilos de vida e atitudes contrárias a Palavra de Deus, profanamos esse “templo”. Todas as vezes que abrimos concessões e usamos nosso corpo de maneira contrária a Palavra de Deus, estamos abrindo mão da santidade. Isso pode acontecer no ambiente de trabalho quando abro mão dos meus valores nas “rodas de amigos”, na escola quando negocio minha santidade pela aprovação dos outros, nas relações sexuais ilícitas ou quando meu linguajar se torna torpe (cf. Ef 4.29 e 5.4). E tudo começa com uma concessão. Começamos a abrir mão de nossa santidade aos poucos, concedendo algumas coisas.   

  1. 2.SANTIDADE DIÁRIA (vs. 15 – 22)

Outro problema enfrentado por Neemias foi a quebra do sábado, conforme denuncia os profetas Amós (Am 8.5) e Jeremias (Jr 17.19-27). Neemias percebe que muitos trabalham aos sábados prensando uvas e carregando em jumentos “vinho, uvas, figos e todo o tipo de carga” (13.15). Estes foram advertidos a não venderem nada no sábado. Pessoas oriundas de Tiro, cidade famosa pelo comércio, habitavam em Jerusalém e no sábado traziam peixes e outras mercadorias para venderem ao povo de Judá. Diante de tal situação, Neemias repreende os nobres e proíbe a venda e o trabalho no sábado.

O sábado fora instituído pelo Senhor na Criação (“No sétimo dia Deus já havia concluído a obra que realizara, e nesse dia descansou. Abençoou Deus o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra que realizara na criação” Gn 2.2-3) e reafirmado no Decálogo (os Dez mandamentos): “Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo.” (Êx 20.8). A palavra sábado (shabbath - tB'øÞV;) significa “descanso; parar”. Do grego sabbaton nasce a palavra sábado do português. O sábado era um dia santo, reservado para o Senhor (cf. Êx 16.22-30 e 31.12-17), como afirma Êxodo 35.1-3:

Moisés reuniu toda a comunidade de Israel e lhes disse: ‘Estas são as coisas que o SENHOR os mandou fazer: Em seis dias qualquer trabalho poderá ser feito, mas o sétimo dia lhes será santo, um sábado de descanso consagrado ao SENHOR. Todo aquele que trabalhar nesse dia terá que ser morto. Nem sequer acenda fogo em nenhum de suas casas no dia de sábado.

Nesse dia o povo de Israel não poderia fazer nenhum tipo de trabalho, mas dedicá-lo exclusivamente ao Senhor. Essa é uma transformação profunda na mentalidade de um povo que há poucos dias era escravo no Egito. Escravo não tem descanso, mas agora Israel, o povo de Deus, tem um dia de descanso e dedicado ao Senhor.   

Jesus ensinou sobre o sábado e esse foi o motivo de muitas discussões com os fariseus (cf. Mc 2.23-28). Porém, no Evangelho de Marcos, Jesus deixa bem claro: “O sábado foi feito por causa das pessoas, e não as pessoas por causa do sábado” (Mc 2.27). O que fora instituído como sinal de libertação e benção, no tempo de Jesus era tido como escravidão. Jesus enfrentou problemas ao curar no sábado (cf. Lc. 6.6-11; 13.10-17, 14.1-6; Jo 5.1-15; 9.1-41). Porém, Jesus transformou o ensino do sábado, pois “o Filho do homem é Senhor até mesmo do sábado” (Mc 2.28). Jesus é Senhor do sábado e trouxe um novo ensino. Agora, após Jesus, não temos um dia santo, mas todos os dias são santos para os cristãos. No tempo do Antigo Testamento, os israelitas subiam ao Templo no sábado e aqueles que moravam longe, visitavam as sinagogas para a leitura e o ensino da Palavra de Deus. Agora, porém, como Deus está nos cristãos (1Cor 6.19-20), todos os lugares e todos os dias são santos.      

            Então hoje, qual erro encontramos nesse texto de Neemias capítulo treze? O erro é colocar em uso comum o que é sagrado.[7] Nossos corpos são sagrados e nossos dias também são sagrados. O erro é vivermos nossos dias santos de forma profana, impura. Cada hora que passa, cada minuto deve ser vivido de maneira santa. E o que é viver de maneira santa? Orarmos o tempo todo? Lermos a Bíblia o tempo todo? Não! Vivermos de maneira santa é vivermos em acordo com a Palavra de Deus e honrando o que Cristo fez por nós na cruz. Enquanto trabalhamos honestamente, estudamos com seriedade ou cuidamos das nossas casas com gratidão a Deus, estamos vivendo um dia santo. Todo local que colocarmos as plantas dos nossos pés deve tornar-se santo. É por isso que João Calvino dizia: “A mesma devoção que você tem no domingo no culto, você deve ter na segunda-feira com a enxada na mão”.       

  1. 3.SANTIDADE NA FAMÍLIA

Outro problema encontrado por Neemias em seu retorno é a união de judeus com povos de outras crenças através do casamento, ou o que muitos comentaristas chamam de “casamento misto”. Os filhos desses judeus haviam deixado de falar a língua hebraica e por isso não tinham acesso a Palavra de Deus (cf. 13.1).[8] A falta de resposta à santidade na família gera filhos que não conhecem o Senhor. Até a família sacerdotal havia sido contaminado pelos outros povos (v. 28) o que quebrava o mandamento de Levítico 21.7.[9] Neemias cita o exemplo de Salomão, um dos reis de Israel. Este fora muito sábio e rico, mas após contaminar-se se casando com mulheres de outros povos, desviou-se do Senhor a adorou outros deuses (1Rs 11.1-4). O problema não era o casamento em si, mas a influencia que isso tinha na fé de Israel. Foi por causa de casamentos assim que Israel se desviou do Senhor e foi para o exílio. Os casamentos dos reis de Israel e Judá os desviaram do Senhor e estes, desviados do Senhor, conduziam o povo à adoração de outros deuses. Percebe a relação entre casamento com pessoas de outras crenças e a idolatria? Por isso a atitude drástica de Neemias. Ele proíbe o casamento com pessoas de outros povos e agride aqueles que assim agiram. As atitudes são radicais porque a história mostra que esses casamentos mistos desviam o povo do Senhor.  

RESTAURAÇÃO DA SANTIDADE

            Santidade não é um comportamento ou uma atitude, mas uma posição. Quando o apóstolo Paulo escreve aos coríntios, mesmo sabendo dos problemas morais e de relacionamentos que existiam, chama os cristãos daquela comunidade de “santificados em Cristo” (1Cor 1.2b). Santidade é uma posição dada por Deus a todo aquele que pertence ao seu povo. Santidade é uma posição! Significa “separado”. No início do capítulo treze, Neemias afirma que Deus “transformou a maldição em benção”, ou seja, transformou o que era profano e impuro em algo santo e puro. Neemias faz menção ao relato de Números 22 – 24, quando Balaão foi contratado por Balaque, rei dos moabitas, para amaldiçoar o povo de Israel. Porém, por três vezes, ao levantar as mãos para amaldiçoar Israel, Balaão abençoou. Assim foram frustrados os planos de Moabe. Deus transformou a maldição em benção. Isso é santidade. O povo de Israel fora separado por Deus e por isso livre das maldições de Balaão. Da mesma forma Jesus nos transformou de maldição em benção: “Cristo nos redimiu da maldição da Lei quando se tornou maldição em nosso lugar, pois está escrito: ‘Maldito todo aquele que for pendurado num madeiro’.” (Gl 3.13). O Santo tornou-se maldito, para que o maldito torna-se santo. Ele se tornou maldito. Ele nos fez santos. Nossa santidade é resultado da cruz de Cristo. Entender e responder a essa realidade é a Restauração da Santidade.  

            Nossa resposta a essa santidade (posição) deve ser radical, assim como fez Neemias. Quando ele retornou a Jerusalém se indignou (ARA – aborreceu NVI). O original literalmente quer dizer “tremer; estremecer”. A mesma atitude de Jesus, quando ele expulsa os vendedores do Templo (Jo 2.13-25). A palavra usada (zelo; zh/loj) tem o mesmo sentido da palavra usada para a atitude de Neemias. Essa situação mexeu muito com ele e por isso a segunda atitude. Neemias jogou fora todos os móveis de Tobias que estavam na sala do Templo, purificou a sala e colocou dentro dela os utensílios do Templo, ou seja, a sala voltou a ser usada para seu devido fim.   

Indignar-se e a radicalidade de fazer o que é santo (nós, nossos dias, os lugares que frequentamos e nossas famílias) devem ser nossas respostas a santidade do Senhor. 

CONCLUSÃO (vs. 30-31)

Os sacerdotes de Israel usavam um diadema de ouro puro colocado na frente do turbante, na testa. Nesse diadema estava escrito: “Santidade ao SENHOR” (cf. Êx 28.36-37). Passando pelo Novo Testamento, descobrimos que os sacerdotes hoje são todos os cristãos (cf. 1Pe 1.9-10), ou seja, nós. Sendo assim, é como se cada um de nós usasse um diadema de ouro puro sobre a testa com essa inscrição: “Santidade (ou Consagrado) ao SENHOR”. E sabe por que podemos usar esse diadema hoje? Porque Jesus usou a coroa de espinhos (cf. Mt 27.29; Mc 15.17; Jo19.2, 5). Nossa santidade é a resposta que damos ao que Cristo fez por nós na cruz.



[1] KIDNER, Derek. Esdras e Neemias. Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova e Mundo Cristão, 1985, p. 141; Bíblia de Estudo Almeida. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999, AT, p. 536, n. d.

[2] KIDNER, 1985, p. 141-42.

[3] Bíblia de Estudo NVI, 2003, p. 791, n. 13.7.

[4] KIDNER, 1985, p. 142.

[5] Bíblia de Estudo Almeida. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999, AT, p. 536, n. g.

[6] KIDNER, 1985, p. 142.

[7] Bíblia de Estudo Almeida. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999, AT, p. 536, n. n.

[8] KIDNER, 1985, p. 144-45.

[9] KIDNER, 1985, p. 145.

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