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01 Poder e Sabedoria - 1Cor 1.18-31

INTRODUÇÃO

A partir de hoje iniciamos uma nova série de mensagens na primeira parte de 1Coríntios, cujo o tema é: COLOCANDO A CASA EM ORDEM. Com base nos primeiros seis capítulos desta carta, trataremos sobre a divisão da igreja, da maturidade, de sexualidade e de renúncia em favor de nossos irmãos em Cristo.

 

            DESENVOLVIMENTO

            Problema

            No mundo do primeiro século era comum pregadores itinerantes que anunciavam novas filosofias e doutrinas de sabedorias.[1] Essa prática era mais comum nas grandes cidades da época, como por exemplo, Roma, a capital do Império, Atenas, o “berço” da filosofia e Corinto, pois essa era uma metrópole do século I.

            A igreja de Corinto era influenciada por esse contexto. O maior erro da comunidade cristã de Corinto foi “levar para dentro da igreja” práticas comuns na sociedade greco-romana. Isso aconteceu com os pregadores do Evangelho: Paulo e Apolo, assim como com Pedro e “Cristo”. Estes foram tidos como pregadores itinerantes que anunciavam a sabedoria humana, que por sua vez gerava a salvação. Daí surge as divisões dentro da comunidade. Na contramão está a pregação do Evangelho. Por causa disso, o primeiro problema enfrentado pelo apóstolo Paulo em sua primeira carta à igreja de Corinto é a divisão dentro da comunidade, resultado da sabedoria humana. Essa informação vem através de pessoas da família de Cloe (cf. 1. 11). A divisão acontece através do batismo, ou seja, de quem ou em nome de quem se batiza. Essa era uma prática pagã, provavelmente vivida por alguns dentro da comunidade.[2] Os grupos são divididos entre dois apóstolos (Paulo e Pedro), um pregador que trabalhou na igreja de Corinto (Apolo) e “Cristo”. Os nomes de Paulo e Apolo são facilmente relacionados à comunidade, visto que ambos trabalharam pessoalmente na igreja. Paulo foi o plantador (cf. At 18.1-16) e Apolo continuo o trabalho depois (cf. At 18.18-28). Já o nome de Pedro (“Cefas” no original) é uma surpresa, visto que dificilmente ele esteve na igreja de Corinto. Provavelmente eram cristãos judeus que se colocavam “ao lado” de Pedro.[3] O grupo de “Cristo” é o mais intrigante, pois como Paulo mesmo escreve depois, todos são de Cristo (cf. 1Cor 3.23). Alguns estudiosos entendem tratar-se de um grupo gnóstico e por isso herético. Outros entendem que esse grupo era formado apenas por pessoas que não aceitavam a divisão em nome dos apóstolos e de Apolo e por isso colocavam-se “ao lado” de Cristo. Porém, mesmo com a segunda intenção, eles geravam divisão na comunidade.[4] Essas divisões eram fundamentadas em sabedoria humana, pois os moradores de Corinto, influenciados pela cultura grega, valorizavam muito a filosofia e tinham a sabedoria na mais alta estima.[5] Assim, cada grupo “seguia” a sabedoria de seu suposto “líder”. Até aqueles que se diziam do grupo de Cristo, provavelmente não entendiam o Evangelho como a proclamação do Cristo crucificado, mas antes, entendiam o Evangelho como uma nova sabedoria.[6]

A prática dessa divisão acontece no falar, conforme advertência do apóstolo em 1.10: “Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer”.

É interessante notar que os membros da comunidade de Corinto não percebem a divisão dentro da igreja. Eles celebram a Ceia do Senhor e escrevem de comum acordo, uma carta com algumas perguntas ao apóstolo (cf. 1Cor 7.1).[7] Assim, o problema da divisão tem sua base na sabedoria humana, característica tida em alto apreço pelos gregos. Então, como Paulo combate essa divisão?

            Paulo combate tal divisão argumentando acerca da unidade da igreja baseada no Cristo Crucificado, da base para a escolha dos coríntios como povo de Deus e sobre a Sabedoria de Deus que é Jesus Cristo. Dessa forma Paulo afronta e combate a divisão na igreja de Corinto.

  1. 1.CRISTO CRUCIFICADO (VS. 18-25)

Paulo termina o verso 17 dizendo que não foi enviado para pregar o Evangelho com “sabedoria de palavra” (i.e. sabedoria humana), pois isso esvaziaria a cruz de Cristo. Antes, anunciou a “palavra da cruz” (v. 18 – i.e. sabedoria de Deus), o que é loucura para muitas pessoas, mas para aqueles que são salvos, “poder de Deus”.

Paulo contrasta os grupos formados dentro da comunidade com a sabedoria e o poder de Deus. Os grupos divididos entre aqueles que compõem a facção de Paulo, Pedro, Apolo e Cristo dividem-se em dois grandes grupos: gregos e judeus. Provavelmente os grupos de Pedro e Cristo formavam as trincheiras judaicas e os grupos sob as supostas lideranças de Apolo e Paulo formavam o grupo composto por cristãos gregos. Isso fica claro quando Paulo questiona: “Onde está o sábio (grego)? Onde está o escriba (judeu)?” Também no verso 22: “Porque tanto os judeus pedem sinais, como os gregos buscam sabedoria.” Dessa maneira Paulo confronta a sabedoria humana com a sabedoria e o poder de Deus: Cristo crucificado. Isso é “escândalo para os judeus”, pois o Cristo, na concepção deles, jamais poderia morrer numa cruz, visto que isso era sinal de maldição (cf. Dt 21.23 e Gl 3.13) e fraqueza. O Cristo (Messias) que esperavam deveria ser um poderoso guerreiro que derrotasse Roma; e “loucura para os gentios (i.e. gregos)”, pois a morte de um Homem/Deus crucificado não poderia gerar salvação a ninguém, pois isso era papel da sabedoria humana, pois os gregos buscavam a Deus através da especulação e do raciocínio. Eles usavam o intelecto para criar um deus a sua imagem, pois julgavam impossível a existência de um deus pessoal. Prior, citando Barclay, afirma: “[...] no pensamento grego, a primeira característica de Deus era a apathéia [...] total incapacidade de sentir. Os gregos alegavam que Deus não podia sentir [...] Um Deus sofredor era contradição de termos [...] Deus deveria ser totalmente neutro e remoto”.[8] Por isso a crucificação era loucura para os gregos.

A divisão então surge porque alguns buscam poder e sabedoria, mas ambas humanas. Paulo expõe o poder e a sabedoria de Deus: Cristo na cruz! Esse é o poder e a sabedoria de Deus. E por que Paulo usa esse argumento para combater as divisões na comunidade? Porque os poderes e as sabedorias humanas geravam a divisão na igreja e quando o poder e a sabedoria de Deus prevalecem, a unidade da igreja é promovida. Cristo crucificado é o poder de Deus e sabedoria de Deus!

Paulo dá seu próprio exemplo nos versos 2.1 – 5. Ele afirma que quando esteve entre os coríntios, não usou de “discurso eloquente” (NVI), ou “ostentação de linguagem e sabedoria” (ARA), mas pregou Jesus Cristo e esse crucificado. Ele não agiu como um mestre que prega sabedoria/filosofia, mas sim o Evangelho. Isso ele fez em sua pregação. Em suas atitudes, Paulo narra que chegou a Corinto em “fraqueza, temor e muito tremor” (cf. 2Cor 10.10) e por isso não pregou baseado em sabedoria humana, mas no poder do Espírito de Deus, que gera a fé, a fim de que a fé dos coríntios não nascesse baseada na sabedoria humana, mas no poder de Deus, isto é, em Cristo crucificado. A igreja de Corinto nasceu como resultado do poder e da sabedoria de Deus e não poderia desviar-se desse caminho.  

Do mesmo modo essa igreja não nasceu fruto da sabedoria humana, mas do poder e da sabedoria de Deus. Assim, não pode haver divisão baseada em homens. Alguns pastores já trabalharam aqui, mas ninguém pode falar: “Eu sou do reverendo Leitão”; ou ‘Eu sou do reverendo Silas”; “Eu sou do reverendo Donaldo”; “Eu sou do pastor Iran”; “Eu sou do pastor Magno”; ou ainda “Eu sou do pastor Thiago”. Vocês não são de nenhum homem comum, pois nenhum desses morreu na cruz por vocês. Vocês são de Cristo e este crucificado!   

 

  1. 2.POVO ESCOLHIDO POR DEUS (vs. 26-31)

Outro argumento de Paulo é acerca do povo escolhido de Deus em contraste com a posição social dos cristãos de Corinto.

Corinto era uma cidade populosa, com aproximadamente 700 mil habitantes. Desses, 400 mil eram escravos e o restante, a maior parte, de pessoas de classes baixas da cidade. Corinto ocupava uma posição geográfica estratégica. A cidade ficava em uma estreita faixa de terra ao sul da Grécia, com dois importantes portos, um de cada lado. No leste o porto de Cencréia e no oeste o porto de Laqueu. Ao invés dos navios contornarem o Peloponeso e correrem o risco de serem atingidos por fortes tempestades, atracavam em um dos portos e escravos e outros trabalhadores faziam o transporte do navio e da carga por terra, por uma caminho conhecido como dioclos. Provavelmente uma boa parte da igreja de Corinto era composta de trabalhadores que faziam esse transporte. Essas pessoas eram das classes baixas de Corinto. Por causa dessas situações, a igreja era formada em sua maior parte por escravos e pessoas pobres, que não tinham riquezas nem conhecimento (i.e. sabedoria). O filósofo judaico Celso, no século II, usou esse argumento para demonstrar a nulidade da fé cristã.[9] Paulo entende ao contrário e por isso, usando como base o texto de Deuteronômio 7.7-8 (Pois vocês são um povo santo para o SENHOR, o seu Deus. O SENHOR, o seu Deus, os escolheu dentre todos os povos da face da terra para ser o seu povo, o seu tesouro pessoal. O SENHOR não se afeiçoou a vocês nem os escolheu por serem mais numerosos do que os outros povos, pois vocês eram o menor de todos os povos. Mas foi porque o SENHOR os amou [...]”), defende a sabedoria e o poder de Deus na formação e escolha da igreja. Assim como em Israel, os cristãos de Corinto não tinham méritos em sua redenção (escolha e salvação), pois Deus os amou e por isso os salvou. Esse argumento serve de base contra as divisões, pois destrói toda e qualquer arrogância e prepotência humana (poder e sabedoria). A escolha e salvação deles não era resultado do agir de alguém (Paulo, Apolo ou Pedro), mas unicamente de Deus. Por isso não há motivo algum de orgulho ou divisão. Eles eram indignos e foram transformados em dignos. Eram pagãos e foram transformados em “santos”. Ninguém na igreja escolheu estar lá, mas foram “chamados” (klh/sin [kletos]- vs 1.2, 24 e 26) por Deus.

Para isso Paulo lembra a igreja que poucos ali eram sábios (humanamente), poderosos e de famílias nobres quando “chamados”, mas pelo contrário, “Deus escolheu as coisas loucas”, isto é, os tolos, para “envergonhar” (i.e. desonrar, humilhar) os sábios; e “as coisas fracas” (i.e. frágil, fraco), para envergonhar as fortes. Deus também escolheu as “coisas humildes”, isto é, os “desprezíveis, covardes, indignos, ordinários, vil, sem família, que não é nobre de nascimento”; “as desprezadas”, isto é, as “sem importância, totalmente desprezadas”; e “aqueles que não são”, “para reduzir a nada as que são”. E tudo isso com o seguinte propósito: “[...] a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus”. O resultado de tal “chamado” de Deus é um novo povo que nasce e existe em Cristo Jesus: “Mas vós sois dele, em Cristo Jesus [...]”, literalmente “vocês estão/existem em Cristo Jesus”. Aqueles que “não eram” agora são em Cristo Jesus.[10] Nós e Cristo, visto que estamos e existimos Nele, nos tornamos “sabedoria, isto é, justiça, santificação e redenção” da parte de Deus. Nós em Cristo Jesus e este crucificado somos sabedoria de Deus, em detrimento e afronta a sabedoria humana. E a sabedoria de Deus é[11] a justiça de Deus, pois Cristo, que não conheceu pecado, morreu em nosso lugar: “Deus tornou pecado por nós aquele que não tinha pecado, para que nele nos tornássemos justiça de Deus” (2Cor 5.21 NVI); a santificação, pois em Cristo Jesus fomos santificados (“[...] aos santificados em Cristo Jesus [...] 1Cor 1.2b NVI”); e a redenção, isto é, libertação. Fomos libertos por e em Cristo. Essa redenção faz muito sentido para aqueles que são escravos de homens, o que era o caso de muitos na igreja de Corinto. Por isso: “Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor” (cf. Jr 9.23-24).      

            Ilustração: Vídeo Amazing Grace.

  1. 3.JESUS, SABEDORIA DE DEUS (2.6-16)

A sabedoria de Deus é o Cristo crucificado e a partir de agora, Paulo passa a falar dessa sabedoria, porém de maneira pouco comum. Neste trecho, o apóstolo usa da mesma linguagem que os mestres da sabedoria humana usavam em seus discursos nas praças. Em nenhum outro trecho de suas cartas Paulo usa termos estranhos à sua teologia como nesse.[12]

A sabedoria apresentada por Paulo não é desta era (aivw/noj- aion), ou seja, “deste mundo, deste tempo, desta geração”, nem dos “poderosos desta era”, mas eterna (2.7), a sabedoria de Deus que esteve oculta desde tempos eternos e agora foi revelado aos e para a glória dos cristãos: Jesus Cristo! Isso significa que Deus decidiu que o Cristo crucificado seria a único caminho para a sabedoria de Deus.[13] Essa sabedoria não foi revelada aos “poderosos deste século (aivw/noj- aion)”, pois caso contrário, eles não teriam enviado Jesus à cruz. Eles não sabiam que a cruz era o local da vitória de Jesus e quando levavam Cristo à cruz, estavam decretando a própria derrota. Por isso Paulo cita um provérbio extra-bíblico (v. 9). Nesse cenário, Paulo chama Jesus de “o Senhor da glória” fazendo clara referência ao Salmo 24.   

A sabedoria de Deus é revelada aos cristãos através do Espírito Santo de Deus, que foi derramado (cf. At 2.1-4). Mais uma vez não há mérito humano, mas a ação reveladora de Deus, pois só o Espírito de Deus conhece as profundezas de Deus e é esse Espírito que revela a nós a sabedoria de Deus. Assim como só a pessoa conhece o que se passa dentro dela, apenas o Espírito de Deus conhece o próprio Deus. E é esse Espírito que recebemos de Deus. Deus em nós (cf. Cl 1.27)! E nós, os seguidores de Jesus Cristo, não recebemos o espírito deste mundo (ko,smou - kosmos), mas de Deus, concedido gratuitamente. Por causa disso podemos conferir (ou interpretar; comparar) coisas espirituais com coisas espirituais, isto é, entender o Evangelho. Esse entendimento não é possível ao “homem natural”, isto é, a pessoa que não tem o Espírito de Deus, pois isso lhe é loucura (cf. 1.21,23). O Evangelho só é discernido e entendido por aqueles que têm o Espírito, ou seja, pelas pessoas espirituais. Paulo não está afirmando que há cristãos carnais e espirituais. Todo cristão, necessariamente, é espiritual, pois esse é o resultado da salvação em Cristo Jesus.[14]     

Paulo encerra esse argumento, usando um trecho de Isaías 40.13: “Quem guiou o Espírito do SENHOR? Ou, como seu conselheiro, o ensinou?”. A resposta necessariamente deveria ser negativa, mas Paulo responde positivamente: “Nós conhecemos o Espírito do Senhor”, pois, “temos a mente de Cristo”.

A Sabedoria para os cristãos é uma Pessoa. Em Provérbios aprendemos isso. A Sabedoria é Jesus.

 

           

 

CONCLUSÃO

            Concluo parafraseando as perguntas do apóstolo Paulo: Cristo está dividido? Foi outra pessoa crucificado em favor de vocês? Vocês foram batizados em nome de alguém, que não Cristo? A resposta às três perguntas é a mesma: não! Cristo não está dividido, Cristo é que foi crucificado e todos foram batizados em nome de Jesus Cristo. A divisão surge pelas palavras e por isso Paulo escreve que a unidade vem quando concordamos no falar e no pensar. Por isso ele orienta a unidade mental (noi> - “[...] mesma disposição mental” ARA) e o mesmo parecer (gnw,mh| - intuição; conhecimento com o sentido de ideia, opinião).[15]



[1] FEE, Gordon D. e STUART, Douglas. Entendes o que lês? Um guia para entender a Bíblia com o auxílio da exegese e da hermenêutica. São Paulo: Vida Nova, 1997, p. 38.

[2] BRAKEMEIER, Gottfried. A Primeira Carta do Apóstolo Paulo à Comunidade de Corinto. Um comentário exegético-teológico. São Leopoldo, RS: Sinodal/EST, 2008, p. 26-27.

[3] BOOR, de Werner. Cartas aos Coríntios. [Trad. Werner Fuchs]. Curitiba, PR: Esperança, 2004, p. 21.

[4] BRAKEMEIER, 2008, p. 26.

[5] Bíblia de Estudo NVI. Kenneth Barker (org., geral). São Paulo: Vida, 2003, p. 1951.

[6] BRAKEMEIER, 2008, p. 27.

[7] BRAKEMEIER, 2008, p. 26. 

[8] PRIOR, David. A Mensagem de 1 Coríntios. São Paulo: ABU, 1993, p. 42.

[9] BRAKEMEIER, 2008, p. 33.

[10] Bíblia de Estudo Almeida. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 1999, p. 241 (NT).

[11] PRIOR, 1993, p. 49. 

[12] BRAKEMEIER, 2008, p. 39.

[13] PRIOR, 1993, p. 53.

[14] BRAKEMEIER, 2008, p. 44.

[15] RUSCONI, Carlo. Dicionário do Grego do Novo Testamento. [Trad. Irineu Rabuske]. São Paulo: Paulus, 2003, p. 110.